03 março 2012

a velha intuição

Acho que ainda não escrevi sobre um assunto que me tem acompanhado desde Novembro e que tem preenchido um pouco mais a minha vida de mística, magia, descobertas, curiosidades, filosofias, ideologias - o Feng Shui.

Não quero falar dele como conceito ou como princípios de vida, apenas me deu vontade de escrever, como forma de desabafo, acerca do módulo que agora está a ser desenvolvido, a minha lacuna desde que me conheço - o Módulo Intuitivo.

Digamos que sou uma mulher com um "sexto sentido" muito ligado à razão. Nos últimos anos tenho tentado ligar-me muito mais ao lado intuitivo e espiritual do mundo que me rodeia. Tenho tentado reunir em mim uma condição espiritual que me integre, quase, no campo das "bruxinhas", como diz o meu pai.

Posso desde já assumir que, de facto, tem tido algum efeito, tem-me dado imenso prazer esta descoberta de um mundo quase paralelo que constrói a minha "religião", onde deposito a minha "crença"... até que me confronto com um pêndulo e umas varetas que, comigo, não funcionam!
E fico triste de não funcionarem... o que sinto faz-me lembrar o que sentia naquelas experiências da moeda e do copo em que "alguém está a mexer o copo!". E acho que é este sentimento de "teste" que me está a bloquear a metafísica, a intuição e a ligação a um espaço mais invisível e mais sentido.

Gostava mesmo que, em alguma dúvida, pudesse pensar "vou consultar o pêndulo", da mesma forma que quando somos crianças com dúvidas existenciais pensávamos "vou perguntar à mamã".

Já que esta parte não se tem realizado, vou tentar continuar atenta à intuição, aos sentidos e sentimentos apurados, às auras que preenchem os espaços, ao prana de que tenho tantas saudades, ao meu chakra do plexo solar que me dói de vez em quando.

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